Salário mínimo compra mais picanha no Governo Lula
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Salário mínimo compra mais picanha no Governo Lula
A recuperação do poder de compra do salário mínimo é um dos resultados mais concretos da economia brasileira desde 2023. Quando a comparação leva em conta quanto o trabalhador consegue comprar com o próprio salário, fica claro que hoje a picanha e outros alimentos básicos estão mais acessíveis do que no fim do Governo Bolsonaro.
Nos últimos dias, o senador Flávio Bolsonaro tentou transformar a promessa da picanha em crítica ao Governo Lula. Com R$ 100 na mão, foi ao supermercado, colocou carne no carrinho, devolveu produtos no caixa e produziu um vídeo para sustentar essa narrativa. A cena chama atenção, mas deixa de lado a única conta que realmente importa para quem vive do próprio trabalho: quanto um salário mínimo compra.
É com o salário que o trabalhador paga as contas, sustenta a família e coloca comida na mesa. Por isso, comparar apenas o que R$ 100 compram não retrata a realidade da economia. O que importa é saber quanto o salário rende e qual é o poder de compra das famílias brasileiras.
Os números são claros. No fim do Governo Bolsonaro, um salário mínimo comprava cerca de 17 quilos de picanha. Hoje, no Governo Lula, compra aproximadamente 26,7 quilos. São quase dez quilos a mais, um aumento de cerca de 57% no poder de compra. A resposta para a pergunta "cadê a picanha?" está justamente nessa comparação.
A melhora não aparece apenas na carne. No Paraná, um salário mínimo compra quase 60% mais óleo de soja e farinha de trigo do que comprava em 2022. Também compra mais de 20 pacotes de arroz e cerca de 38 quilos de feijão a mais. São alimentos que fazem parte da mesa da maioria das famílias brasileiras. É isso que traduz a recuperação do poder de compra no dia a dia de quem trabalha.
Isso significa que todos os problemas foram resolvidos? Claro que não. O supermercado continua pesando no orçamento doméstico e muitas famílias ainda enfrentam dificuldades. Mas reconhecer os desafios não pode servir de desculpa para ignorar os avanços. O debate público precisa partir dos fatos e não de vídeos produzidos para reforçar uma narrativa política.
A recuperação do poder de compra não aconteceu por acaso. A política de valorização do salário mínimo voltou a fortalecer a renda dos trabalhadores. Ao mesmo tempo, o Governo Lula ampliou a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, deixando mais dinheiro no bolso de milhões de brasileiros. Se esse valor for convertido em picanha, representa mais de 13 quilos. O Desenrola Brasil 2.0 também permitiu que milhares de famílias renegociassem dívidas, recuperassem crédito e reorganizassem a vida financeira.
Essas medidas ajudam a explicar por que a percepção da economia começou a mudar. Política pública produz resultado quando melhora a vida das pessoas. Quando o salário rende mais, quando sobra dinheiro para comprar alimentos ou pagar as contas e quando as famílias conseguem reorganizar o orçamento, essa mudança deixa de ser estatística e passa a fazer parte da rotina dos brasileiros.
É por isso que o debate político precisa ser feito com responsabilidade. A democracia comporta divergências e críticas. O que ela não comporta é substituir fatos por versões convenientes. Vídeos podem viralizar. A realidade permanece.
Vídeos podem gerar curtidas. Mas é a realidade que muda a vida das pessoas. E os números mostram que o salário mínimo recuperou poder de compra, que alimentos básicos ficaram mais acessíveis e que políticas públicas voltadas ao emprego, à renda e à valorização do trabalho produzem resultados concretos.
O Brasil ainda tem desafios importantes. Precisamos continuar gerando empregos, reduzir desigualdades, fortalecer os serviços públicos e ampliar oportunidades. Mas esse caminho passa pelo compromisso com os fatos, pela valorização da ciência, pelo respeito às políticas públicas e pela defesa de quem vive do próprio trabalho.
A matemática não escolhe lado. Ela apenas revela a realidade. E a realidade é que o salário mínimo compra mais picanha no Governo Lula, a renda das famílias voltou a crescer e o trabalhador recuperou parte do poder de compra perdido nos anos anteriores. É esse o Brasil que precisamos consolidar: um país que cresce, distribui renda e coloca as pessoas em primeiro lugar.
Postado em 10/07/2026 - Por: Assessoria